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Exposure Tactics • Mastering Exposure

Exposure Tactics • Mastering Exposure

Photofocus (old site)

This Exposure Tactics post explains what a “technically proper” exposure is and how to get there. Remember I said technically proper, not creatively right.

The sensors in our cameras don’t necessarily match the sensitivity of our light meter. Sad and true. This can make it difficult to judge exposure and get things right.

One meter from Sekonic, the L-758DR can be calibrated by shooting test targets to match it to the exposure characteristics and dynamic range of up to three different cameras. Most other meters can be adjusted to compensate for the exposure differences of an individual sensor. Even with a calibrated camera / meter combination, the exposure might not be completely perfect.

Getting Exposure Right

Exposure is the amount of light that renders the true tone of the subject in a photograph. A proper exposure provides detail in both highlights and shadows. There are thresholds for…

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BOLHA

BOLHA

Sob o gelo da Sibéria, um dos lugares mais frios do mundo, existe uma enorme bolha de gás metano, com 50 bilhões de toneladas. O gás foi formado pela decomposição de material orgânico (restos de plantas e animais) e pela ação de bactérias. O problema é que, com o aquecimento global, o gelo da Sibéria está derretendo – e pode deixar o metano escapar para a atmosfera, onde ele provocaria um desastre ambiental. Essa é a conclusão de cientistas da Universidade do Alasca e da Universidade de Cambridge. Segundo eles, a superbolha poderá escapar entre 2015 e 2025, com consequências terríveis. Isso porque o metano retém muito calor: 23 vezes mais do que o CO2, atual vilão do aquecimento global. Se for liberado, o metano provocará uma aceleração dramática no aquecimento da Terra – que aumentará 2 graus celsius, nível considerado crítico, até 35 anos antes do previsto. Isso fará o nível do mar subir, inundando cidades e alterando várias regiões (a floresta amazônica, por exemplo, poderia se transformar numa savana). “O gelo marinho derrete tanto, e fica assim por tanto tempo a cada verão, que a plataforma siberiana fica descoberta por um tempo substancial”, explica o climatologista Peter Wadhams. E aí o metano tem chance de escapar. O estudo tem sido contestado por outros especialistas. Eles dizem que o Ártico já sofreu um grande derretimento 125 mil anos atrás, mas não houve liberação de metano. “Espero que, em vez de descartar o risco, a resposta seja fazer pesquisas mais detalhadas”, responde Wadhams.